Referências Bibliográficas:
Jonassen, D.H. (2007). Computadores, Ferramentas Cognitivas: Desenvolver o pensamento crítico nas escolas. Porto: Porto Editora, pp. 215-225.
As ferramentas cognitivas facilitam a construção de conhecimento. A sua utilização serve para criar depósitos de conhecimento pessoais, os quais implicam por si só o uso de pensamento crítico, criativo e complexo por parte dos alunos.
Para representar este conhecimento, podem-se usar programas, tais como, bases de dados, folhas de cálculo, motores de busca de informação, ferramentas de publicação multimédia, ambientes de conversação em tempo real e ferramentas de representação visual.
Neste pequeno resumo iremos falar acerca destas últimas ferramentas de representação visual. As suas principais utilizações podem ser duas. Podem ajudar os alunos a representar e a manipular informação visual de difícil compreensão de forma a estes retirarem o significado da informação visualizada - função interpretativa.
Também pode ter uma função expressiva, ao ajudar os alunos a transmitirem visualmente significados, ideias, de modo a serem mais facilmente compreendidas por parte de outros observadores.
Grande parte destas ferramentas está actualmente a ser utilizada pela Geografia, Meteorologia, Química e Física.
Como são usadas as ferramentas de representação visual, enquanto ferramentas cognitivas, na Matemática? O estudo da matemática é uma área abstracta. Assim, a compreensão da sua dinâmica é facilitada através da observação dos efeitos da manipulação das fórmulas e das equações.
Na Geografia, a comparação entre diferentes temperaturas e diferentes condições atmosféricas através da representação visual, facilita aos alunos o levantamento de hipóteses explicativas para as relações causa - efeito, por exemplo, do efeito de estufa.
As ferramentas de representação visual na Química tornam o abstracto em real. Ajudam os alunos a observar, medir, manipular, e até, construir novas moléculas.
Em conclusão, estas ferramentas não são usadas para produzir um produto final, mas para ajudar os alunos a interpretar ou representar ideias do que estão a investigar, que de outro modo, não seriam capazes de o fazer. Contudo, deve-se ter em atenção que o abuso da sua utilização pode conduzir a uma situação em que estas se transformam em muletas intelectuais.
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Resumo de: Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS
Referências Bibliográficas:
Carvalho, A. A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, 25-40.
Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7142
A internet é uma rede aberta. Ou seja, para se aceder à informação disponível nesta rede e a um conjunto de ferramentas grátis para a sua manipulação, basta um computador com ligação à Web, independentemente da idade, sexo, cultura ou posição geográfica do indivíduo.
Contudo, esta informação que se encontra disseminada na WWW, não é filtrada de forma a eliminar as informações erróneas ou falsas.
Deste modo, é importante, para os mais novos, realizar esta selecção de informação, ou ensinar como o fazer.
Tendo em conta que o principal agente no ensino é o professor, é fundamental a formação dos professores nas TIC.
O que se propõe neste artigo é, defender o uso da internet como meio para aprender, quer individualmente, quer colaborativamente, através da pesquisa livre ou estruturada, bem como, que é possível apresentar a toda a comunidade escolar, e não só, os diversos trabalhos realizados.
O`Reilly propôs o conceito da Web 2.0, no qual, o software que está disponível online é grátis, como por exemplo, o Wiki, o Podcast, o Blog, o Hi5, o Myspace, etc.
Estas ferramentas ao facilitarem a publicação na Web e consequente aumento de autores levantam as seguintes questões: direitos de autor e plágio, desenvolvimento de competências para a colaboração e avaliação do aluno, o saber procurar a informação, a aprendizagem da comunicação e o saber colaborar em sociedade.
Para facilitar a pesquisa online numa aula com alunos inexperientes, surgiram algumas actividades, tais como: a Caça ao Tesouro e a WebQuest que disponibilizam apontadores para sites, orientando desta forma os alunos nas etapas a seguir. Deste modo, estão assegurados os direitos de autor e o plágio.
Vygotsky afirma que os indivíduos são ajudados no seu desenvolvimento através da colaboração com outro colega ou professor que esteja num nível mais desenvolvido. Assim, actividades como a WebQuest ou a Caça ao Tesouro, ao assentar no trabalho em grupo, no qual existe interacção entre os alunos, são desenvolvidas as competências sócio - cognitivas.
Contudo, estas actividades apesar de serem colaborativas, deve-se prestar atenção, pois por diversas vezes as tarefas são divididas pelos membros do grupo, realizadas individualmente, passando deste modo o trabalho a ser cooperativo. Cabe aos professores orientar os alunos sobre o modo como devem realizar o seu trabalho, de forma a este ser colaborativo, e não cooperativo.
O publicar e partilhar online os trabalhos dos alunos, estes realizam-nos com maior empenho. De igual modo, a publicação e troca dos trabalhos efectuados faz com que os alunos visualizem os comentários disponibilizados pelo professor a cada trabalho.
No que respeita ao uso dos LMS (Learning Management Systems), tem-se verificado que tem sido usado, mais como um repositório de informação do que um local de construção de conhecimento. De igual modo, é utilizado por algumas escolas como site oficial da escola, o que está errado. Deve existir um site próprio da escola, no qual está disponibilizada a informação para os diversos agentes educativos e comunidade em geral. Neste site da escola é que deverá estar colocado um apontador para a plataforma LMS adaptada pela escola.
Este facto prende-se com a necessidade desta plataforma servir exclusivamente de apoio à aprendizagem online. Para tal, estas plataformas disponibilizam recursos como o texto, vídeo, áudio, apontadores para sites, avisos aos alunos, etc. Ou seja, são ferramentas de apoio à aprendizagem colaborativa e de posterior publicação das actividades realizadas pelos alunos.
Em conclusão, o próprio Ministério da Educação deveria disponibilizar aos professores conteúdos interactivos semelhantes à “Escola Virtual”, de forma a estes os poderem inserir na plataforma, na sua disciplina.
Carvalho, A. A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, 25-40.
Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7142
A internet é uma rede aberta. Ou seja, para se aceder à informação disponível nesta rede e a um conjunto de ferramentas grátis para a sua manipulação, basta um computador com ligação à Web, independentemente da idade, sexo, cultura ou posição geográfica do indivíduo.
Contudo, esta informação que se encontra disseminada na WWW, não é filtrada de forma a eliminar as informações erróneas ou falsas.
Deste modo, é importante, para os mais novos, realizar esta selecção de informação, ou ensinar como o fazer.
Tendo em conta que o principal agente no ensino é o professor, é fundamental a formação dos professores nas TIC.
O que se propõe neste artigo é, defender o uso da internet como meio para aprender, quer individualmente, quer colaborativamente, através da pesquisa livre ou estruturada, bem como, que é possível apresentar a toda a comunidade escolar, e não só, os diversos trabalhos realizados.
O`Reilly propôs o conceito da Web 2.0, no qual, o software que está disponível online é grátis, como por exemplo, o Wiki, o Podcast, o Blog, o Hi5, o Myspace, etc.
Estas ferramentas ao facilitarem a publicação na Web e consequente aumento de autores levantam as seguintes questões: direitos de autor e plágio, desenvolvimento de competências para a colaboração e avaliação do aluno, o saber procurar a informação, a aprendizagem da comunicação e o saber colaborar em sociedade.
Para facilitar a pesquisa online numa aula com alunos inexperientes, surgiram algumas actividades, tais como: a Caça ao Tesouro e a WebQuest que disponibilizam apontadores para sites, orientando desta forma os alunos nas etapas a seguir. Deste modo, estão assegurados os direitos de autor e o plágio.
Vygotsky afirma que os indivíduos são ajudados no seu desenvolvimento através da colaboração com outro colega ou professor que esteja num nível mais desenvolvido. Assim, actividades como a WebQuest ou a Caça ao Tesouro, ao assentar no trabalho em grupo, no qual existe interacção entre os alunos, são desenvolvidas as competências sócio - cognitivas.
Contudo, estas actividades apesar de serem colaborativas, deve-se prestar atenção, pois por diversas vezes as tarefas são divididas pelos membros do grupo, realizadas individualmente, passando deste modo o trabalho a ser cooperativo. Cabe aos professores orientar os alunos sobre o modo como devem realizar o seu trabalho, de forma a este ser colaborativo, e não cooperativo.
O publicar e partilhar online os trabalhos dos alunos, estes realizam-nos com maior empenho. De igual modo, a publicação e troca dos trabalhos efectuados faz com que os alunos visualizem os comentários disponibilizados pelo professor a cada trabalho.
No que respeita ao uso dos LMS (Learning Management Systems), tem-se verificado que tem sido usado, mais como um repositório de informação do que um local de construção de conhecimento. De igual modo, é utilizado por algumas escolas como site oficial da escola, o que está errado. Deve existir um site próprio da escola, no qual está disponibilizada a informação para os diversos agentes educativos e comunidade em geral. Neste site da escola é que deverá estar colocado um apontador para a plataforma LMS adaptada pela escola.
Este facto prende-se com a necessidade desta plataforma servir exclusivamente de apoio à aprendizagem online. Para tal, estas plataformas disponibilizam recursos como o texto, vídeo, áudio, apontadores para sites, avisos aos alunos, etc. Ou seja, são ferramentas de apoio à aprendizagem colaborativa e de posterior publicação das actividades realizadas pelos alunos.
Em conclusão, o próprio Ministério da Educação deveria disponibilizar aos professores conteúdos interactivos semelhantes à “Escola Virtual”, de forma a estes os poderem inserir na plataforma, na sua disciplina.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Caça ao Tesouro - A Revolução de 1383 - 1385



INTRODUÇÂO
Na segunda metade do século XIV, Portugal viveu tempos difíceis: más condições climatéricas, guerras com Castela, fomes e doenças, especialmente a Peste Negra.
Contudo, a situação do país agrava-se com a morte de D. Fernando, em 1383, sem deixar um filho varão.
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QUESTÕES
Com a morte de D. Fernando, desafio-te a responder às seguintes questões:
1. De acordo com o tratado de Salvaterra, quem deveria ser o próximo rei?
2. Porque tomou D. Fernando essa decissão?
3. O que fez D. Leonor Teles quando assumiu a regência do Reino?
4. Qual foi a reacção da população de Lisboa quando soube da decisão de D. Leonor?
5. Quem foi escolhido para matar o Conde Andeiro?
6. Segundo António Sergio, quem realizou esta revolução?
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RECURSOS
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/8.2.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_de_1383%E2%80%941385_em_Portugal
http://resistir.info/portugal/aljubarrota_vg.html
http://www.arqnet.pt/portal/pontosdevista/as_prefacio.html
http://www.arqnet.pt/portal/pontosdevista/index.html
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QUESTÃO PRINCIPAL
Será que com a mudança de dinastia, e uma vez que uma revolução pressupõe uma mudança de regime político, terá ocorrido realmente uma verdadeira revolução?
Continua a investigar e encontrarás uma resposta.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
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